Saturday, August 08, 2009


Assim que eu abrir de novo os meus olhos,


Meus pensamentos já não serão mais livres,


E minha alma, vencida,


Errará novamente pelas estradas abandonadas.


Neste instante, porém,


Tudo me aproxima de mim mesmo.


Há uma solidão imensa aqui dentro.


Há janelas abertas recebendo a noite.


Nunca me pertenci tanto como neste momento.


Nunca te pertenci tanto como neste momento.


9 comments:

Maria said...

Há dias em que me sinto exactamente assim...

Beijo, Velas

mfc said...

Uma linda declaração de amor.

S* said...

Eu gosto de pertencer a outra pessoa. Faz-me sentir bem. :)

poetaeusou . . . said...

*
olhos errantes
vaguieando os momentos,
,
gostei,
,
conchinhas serenas, deixo,
,
*

Eu Mesma! said...

Lindo....
e a musica fabulosa!

Mãos de Veludo said...

Não vou propriamente comentar o artigo. vou comentar o que andas a ler! Já li todos da saga... ADORO... pronto, bem sei que são para teenager, mas eu ADOREI! O filme... not so much...

beijinho!

A. said...

Vela,
Um dia quando andava com a mania de ler Florbela Espanca, um amigo me disse que deveria ler outro género de poesia.Não tão deprimente. E até que ele têm razão. Sabes?
Beijinho

Dead Porcelain Doll said...

Quando tudo nos aproxima de nós mesmos... temos tudo o que precisamos... não precisamos de mais nada, nem de mais ninguém... ;)

Beijinhos

Dançando as tuas Palavras said...

Será que chegamos mesmo a pertencer? Nem que seja por um só momento?...

Passei e gostei,prometo voltar...

Um beijo