
Thursday, April 02, 2009
hoje é dia do Conto Infantil

Tuesday, March 31, 2009
um filme que não se esquece facilmente
Vi o filme “A onda” [Die Welle], alemão e baseado numa experiência real que ocorreu numa escola secundária nos EUA, em 1967. O professor de história Burt Ross quer explicar aos seus alunos a atmosfera da Alemanha, em 1930, a ascensão e o genocídio nazi. As perguntas dos alunos levam o professor a realizar uma experiência pedagógica arriscada que consiste em reproduzir na sala de aula algumas caracteristicas do nazismo: o slogan “Poder, Disciplina e Superioridade”, o símbolo gráfico para representar “A onda”, um uniforme (camisa branca) e uma saudação.O professor declara se o líder do movimento da “onda”, obrigando à disciplina e faz valer o poder superior do grupo sobre os indivíduos. Os estudantes obedecem cegamente. No entanto, a tímida recusa de um aluno leva o a conviver com ameaças e exclusão do grupo e a questionar se sobre a experiencia que está a viver.
A escola inteira é envolvida no fanatismo d’A onda, até que um casal de alunos mais consciente alerta o professor de ter perdido o controlo da experiência pedagógica que passou para a realidade quotidiana da comunidade escolar.
O desfecho do filme é dado pelo professor ao desmascarar a ideologia totalitária que sustenta o movimento d’A onda e do fanatismo por uma causa.
O filme é bom, e ao invés dos EUA, a história desenrola-se na Alemanha. Mas há uma diferença fundamental. O professor, neste filme, é mesmo envolvido pelo aparente poder e fidelidade canina que seus alunos o devotam.Originalmente, o professor tem o total controlo do experiência e sabe exatamente onde quer chegar. O final do filme é trágico.
Eu adorei e recomendo.Principalmente, porque mostra como pessoas continuam a ser facilmente manipuláveis e como ainda hoje, uma das coisas que o ser humano mais ambiciona é o sentimento de poder e de integração.
Saturday, March 28, 2009
a ausência de qualquer som. respirar.
ondas que vêm e vão.os gostos e sabores.as asperezas e a maciez.
inspirar depois o ar frio e sentir a minha alma voltar ao lugar.
mas,
antes do desejo,
sinto falta de fazer e dar amor
a quem me mereça.

Thursday, March 26, 2009
Verdades quase verdadeiras_José Luís Peixoto
É uma ternura imensa e absoluta. Não sei ainda se esse sentimento existe por identificação, porque gostaria de estar no lugar deles, a dormir sem rugas na pele, ou se existe por inequívoca impossibilidade.
Sei sim que é um sentimento de família, como se, implicitamente, essas pessoas fossem meus irmãos, irmãs, pais, filhos. É como uma necessidade de cuidar deles, de pousar-lhes uma manta sobre as pernas, uma almofada sob o pescoço perdido.
É como uma vontade de falar baixo para que não despertem, para que tenham a sua tranquilidade assegurada por mais um instante, nem que seja por mais um instante…
De um modo geral, aqueles que dormem são uma minoria da assistência. Em situações excepcionais, já identifiquei dois, três, ou mesmo quatro, numa só sala. Mas continuo a participar em encontros literários e continuo a ter esperança. Aguardo com paciência pelo dia em que toda a sala adormeça.
Três ou quatro autores e teóricos, sentados a uma mesa com garrafas de água e um arranjo floral, a falarem muito baixinho para não acordar a assistência, que dorme mais ou menos profundamente: uma sinfonia de respirações, paz. O aplauso mais puro a ser o contrário de palmas. Mundos e sonhos possíveis a desenrolarem-se por de trás dos rostos. Seria comovente e maravilhoso.
(While you were sleeping..)
[desculpem me as poucas visitas que tenho feito aos vossos espaços mas não estou no meu melhor momento.estou doente, fechada em casa, com uma infecção pulmonar e sinto me muito cansada.a todos, um bjinho.]
Tuesday, March 24, 2009
as cores das maçãs

maçãs.
cesta recheada de maçãs.verdes,azuis,vermelhas,amarelas.as maçãs estavam espalhadas na cesta.
eu quero comê-las. uma por uma. mas, não pelo seu sabor, mas pela sua cor.
quero provar o verde. súbita esperança.quero provar o azul. maravilhosa liberdade. quero provar o vermelho. insistente desejo.
mas o que mais quero era provar o amarelo.mescla de mim, daqueles que passaram e irão passar pela minha vida. provar o amarelo é ter sede. deixar as lágrimas cairem livremente pela cara abaixo. vontade de correr na rua. olhar para ver. sorrir.
hoje.só hoje quero mastigar as cores e acreditar em mim.
Sunday, March 22, 2009
viva a poesia sempre!não é preciso ser dia...

ganhava formato ébrio
ao nem ser escrito.
longe dos pensamentos
imitava uma pedra
[aí as palavras drummondeavam].
longe das lógicas
– com tendência vagabunda –
o poema driblava lados avessos
de noites
e animais
[aqui as sílabas manoelizam, barrentas].
mas uma estrela nunca brilha
tão solitária;
encarece-se também de luuandinar,
miar à couto,
esvair-se para guimarães...
era um poema carente de afectar-se
a ramos gracilianos.
assim alcançava
o estatuto
de raiz.
cheirado, emitia brilhos tímidos
– fosse um pirilampo.
Saturday, March 21, 2009
passei me!

não foi um jogo nada de especial.o Sporting não foi extraordinário mas perder por um penalty que um árbrito inventa mesmo quando um auxiliar lhe diz que ele errou...
desculpem mas até eu perco a cabeça..não gosto de ser roubada e muito menos de desonestidade..

Parabéns Sporting Clube de Portugal!
Tuesday, March 17, 2009
quando for grande

Monday, March 16, 2009
já descobriram ou não???
agora já sabem quem sou!
só uma perguntinha...era assim que me imaginavam???ou fui uma decepção???
quem acertou logo confesso que fiquei babadissima..obrigada por me lerem e já me conhecerem tão bem!
Sunday, March 15, 2009
noticía de ultima hora
O Rapaz do Pijama às Riscas
Bruno adora explorar, e desobedecendo às ordens do pai e da mãe, decide descobrir até onde vai a vedação. é então que encontra um rapazinho, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…
E assim se passa o final da tarde de domingo...
em lágrimas.
Friday, March 13, 2009
Wednesday, March 11, 2009
hoje não tenho palavras
But only love can heal such a scar
[magnificent-U2]

Sunday, March 08, 2009
[al berto]
um dia emagrecem - partem
deixam-nos dobrados ao abandono
no interior duma dor inútil muda
e voraz
arquivamos o amor no abismo do tempo
e para lá da pele negra do desgosto
pressentimos vivo
o passageiro ardente das areias - o viajante
que irradia um cheiro a violetas nocturnas
acendemos então uma labareda nos dedos
acordamos trémulos confusos - a mão queimada
junto ao coração
e mais nada se move na centrifugação
dos segundos - tudo nos falta
nem a vida nem o que dela resta nos consola
a ausência fulgura na aurora das manhãs
e com o rosto ainda sujo de sono ouvimos
o rumor do corpo a encher-se de mágoa
assim guardamos as nuvens breves os gestos
os invernos o repouso a sonolência
o vento
arrastando para longe as imagens difusas
daqueles que amámos e não voltaram
a telefonar.

Saturday, March 07, 2009
mensagem para Budapeste

Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha.
(o bolo é azul pq o moço é um portista ferrenho!!!
ninguém é perfeito)
Friday, March 06, 2009
e as mentiras são:

Wednesday, March 04, 2009
jogo

- Adoro nadar
- Detesto comer pescada
- Adoro cozinhar
- Detesto filmes de ficção ciêntifica
- Adoro dormir
- Detesto a minha vizinha do 1ºandar
- Adoro macacos
- Detesto beber água
- Adoro touradas
agora a ajudinha...
fiz o teste da loucura e vejam o resultado!

Faça você também Que
gênio-louco é você? Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia
agora a vossa vez de jogar!
Monday, March 02, 2009
a lagartixa e a menina-o final
lembram se da menina do vestido amarelo cheio de folhos...sim, a que está lá em baixo!
tenho novidades!ouvi dizer que anda muito em baixo.
mas como é curiosa percebeu que se assim continuasse ia perder o que acontecia um pouco mais acima da relva.e a menina quer conhecer o que há acima dela..
vai daí vestiu se a preceito, um lindo vestido branco cheio de bolas e foi apanhar flores...não esqueceu a amiga lagartixa mas principalmente vai deixar ouvir a música que dentro da cabeça dela sussurra constantemente: a vida faz se caminhando!ao som dessa música ela dançará até se soltar.
a menina foi ganhando cor de dia desempoeirado....foi isso que a ajudou a viver um dia de cada vez...isso e a sua curiosidade por saber o que a vida de bom lhe dará!
de tanto sentir a música na sua cabeça
a menina sempre que a sente...dança.
mesmo errando nos tempos e nos passos...sem ritmo até.
a menina continua a dançar e preenche a grande sala da vida!


